Passarinhos soltos a voar dispostos
A achar um ninho, nem que seja no peito um do
outro
Passarinhos soltos a voar dispostos
A achar um ninho, nem que seja no peito um
do outro
Laiá, Laiá, Laiá, Laiá
Laiá, Laiá, Laiá
Laiá, Laiá, Laiá, Laiá
Laiá, Laiá
Lalalaiá lalaiá lalaiaaa
Ahaaamm
Ahamm
A Babilônia é cinza e neon, eu sei
Meu melhor amigo tem sido o som, OK B
Tanto carma lembra Armagedon, orei
Busco vida nova tipo ultrassom, achei
Cidades são aldeias mortas, desafio "no
sense"
Competição em vão, que ninguém vence
Despencados de voos cansativos
Complicados e pensativos
Machucados após tantos crivos
Blindados com nossos motivos
Amuados, reflexivos
E dá-lhe anti-depressivos
Acanhados entre discos e livros
[deixa fluir o acorde anterior]
Inofensivos
Será que o sol sai pra um voo melhor
Eu vou esperar, talvez na primavera
O céu clareia e vem calor vê só
O que sobrou de nós e o que já era
Em colapso o planeta gira, tanta mentira
Aumenta a ira de quem sofre mudo
A página vira, o são, delira, então a gente
pira
[deixa fluir acorde anterior]
E no meio disso tudo
Tamo tipo...
Pense num formigueiro, vai mal
Quando pessoas viram coisas, cabeças viram
degraus
No pé que as coisas vão, Jão
Doideira, daqui à pouco, resta madeira nem
pros caixão
Era neblina, hoje é poluição
Asfalto quente, queima os pés no chão, carros
em profusão, confusão
Água em escassez, bem na nossa vez
Assim não resta nem as baratas
Injustos fazem leis e o que resta pro cêis?
[deixa fluir o acorde anterior]
Escolher qual veneno te mata
Pois somos tipo...
Passarinhos soltos a voar dispostos
A achar um ninho, nem que seja no peito um do
outro
Passarinhos soltos a voar dispostos
A achar um ninho, nem que seja no peito um do
outro
Laiá...